Num mundo em que as fronteiras se tornam cada vez mais rígidas e as mobilidades humanas mais complexas, compreender quem pode migrar e como é nomeado aquele que se desloca é compreender também as estruturas de poder que sustentam o sistema internacional contemporâneo. Este livro convida o leitor a uma imersão crítica nas narrativas hegemônicas que, desde a modernidade, moldaram as categorias migratórias — refugiado, migrante indocumentado, deslocado involuntário — e a refletir sobre como essas denominações não apenas descrevem realidades, mas produzem e legitimam exclusões. Inspirada pelo pensamento decolonial, a obra propõe uma releitura das bases jurídicas e políticas da governança migratória global, examinando de que modo a colonialidade — enquanto modo persistente de dominação racial, epistemológica e geopolítica — ainda opera na construção das normas que regulam o direito de migrar
Num mundo em que as fronteiras se tornam cada vez mais rígidas e as mobilidades humanas mais complexas, compreender quem pode migrar e como é nomeado aquele que se desloca é compreender também as estruturas de poder que sustentam o sistema internacional contemporâneo. Este livro convida o leitor a uma imersão crítica nas narrativas hegemônicas que, desde a modernidade, moldaram as categorias migratórias — refugiado, migrante indocumentado, deslocado involuntário — e a refletir sobre como essas denominações não apenas descrevem realidades, mas produzem e legitimam exclusões. Inspirada pelo pensamento decolonial, a obra propõe uma releitura das bases jurídicas e políticas da governança migratória global, examinando de que modo a colonialidade — enquanto modo persistente de dominação racial, epistemológica e geopolítica — ainda opera na construção das normas que regulam o direito de migrar
SOBRE A AUTORA
AGRADECIMENTOS
PREFÁCIO
LISTA DE ABREVIATURAS
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO 1
A construção do direito humano a migrar: elementos históricos e
normativos
1.1 A migração como espécie de mobilidade humana e como gênero das
diversas categorizações migratórias
1.2 O modelo do Estado nação, seus elementos constitutivos e sua
relação com a migração.
1.3 A regulamentação e a governança migratória internacional
1.4 Fluxos migratórios contemporâneos
1.5 Conclusões parciais do Capítulo 1
CAPÍTULO 2
A colonialidade do poder e do saber: as raízes coloniais da
governança migratória, o papel da raça, do eurocentrismo e sua
relação com as categorizações
2.1 A modernidade e a colonialidade: raça, eurocentrismo e
hierarquização
2.2 A relação entre modernidade, colonialidade e biopolítica:
contribuições para análise dos processos migratórios
contemporâneos
2.3 As categorizações migratórias no contexto dos fluxos
migratórios contemporâneos
2.4 Conclusões parciais do Capítulo II
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
| ISBN | 978-65-5113-475-3 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 197 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | fevereiro/2026 |
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Pesquisadora em migrações internacionais e direitos humanos, doutoranda em Integração Contemporânea da América Latina na Universidade Federal Para Integração da América Latina -UNILA, Mestre em Direitos e Garantias Fundamentais pela Universidade Federal de Uberlândia, Graduada em Direito Pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas