Em Demofobia – Quem tem medo da democracia direta? (Demophobie – Muss man die direkte Demokratie fürchten?), a autora convida à reflexão desse dilema contemporâneo: deve-se confiar no povo para participar na tomada de decisões políticas? A obra explora as vantagens e os riscos da participação popular e desenvolve uma análise profunda sobre os limites e as possibilidades da participação direta dos cidadãos em decisões políticas. O livro provoca o debate sobre o futuro da democracia em sociedades cada vez mais polarizadas. Ele questiona se o medo do povo é justificável ou se, ao contrário, é justamente no povo que está a força transformadora da política.
Em Demofobia – Quem tem medo da democracia direta? (Demophobie – Muss man die direkte Demokratie fürchten?), a autora convida à reflexão desse dilema contemporâneo: deve-se confiar no povo para participar na tomada de decisões políticas? A obra explora as vantagens e os riscos da participação popular e desenvolve uma análise profunda sobre os limites e as possibilidades da participação direta dos cidadãos em decisões políticas. O livro provoca o debate sobre o futuro da democracia em sociedades cada vez mais polarizadas. Ele questiona se o medo do povo é justificável ou se, ao contrário, é justamente no povo que está a força transformadora da política.
| ISBN | 978-65-5113-666-5 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 218 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | julho/2026 |
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Professora de Direito Público na Universidade de Bielefeld, estudou Direito nas Universidades de Bielefeld e Freiburg e na Harvard Law School (LL.M.). De 1988 a 1992, foi Diretora do Departamento de Meio Ambiente da administração municipal de Bielefeld. Desde 1992, é Professora de Direito Público na Universidade de Bielefeld (aposentada, mas continuamente ativa em pesquisa e docência desde 2018). De 2002 a 2014, atuou como juíza do Tribunal Constitucional Federal da Alemanha (Bundesverfassungsgericht). Foi Presidente do Conselho Alemão de Consultores Ambientais de 2000 a 2002; Diretora Executiva do Centro de Pesquisa Interdisciplinar da Universidade de Bielefeld de 1996 a 2002; Presidente do Conselho Consultivo do Wissenschaftskolleg zu Berlin de 2003 a 2009; membro de conselhos consultivos de diversas outras instituições acadêmicas e da sociedade civil; e integrante da diretoria de várias sociedades acadêmicas e profissionais nacionais. Lübbe-Wolff é membro da Academia de Ciências de Berlim-Brandemburgo, Honorary Bencher da Honourable Society of the Middle Temple e Membro Honorário da Asociación Argentina de Justicia Constitucional. Recebeu o Prêmio Leibniz (concedido pela Fundação Alemã de Pesquisa) em 2000, o Prêmio Hegel em 2012, o Prêmio Immanuel-Kant-Cidadão-do-Mundo da Fundação Kant de Freiburg em 2021 (junto com a juíza Małgorzata Gersdorf, ex-presidente da Suprema Corte da Polônia), e o Prêmio Ernst-Hellmut-Vits da Sociedade da Universidade de Münster em 2024.
Estudo da língua inglesa em Londres (1970/71) e estágios de alemão na Alemanha (1975), além do aprendizado dessas disciplinas no colégio Visconde de Porto Seguro, em São Paulo, capital. Desde 1990, atua como tradutora profissional autônoma para diversas editoras, entre as quais: Editora Martin Claret, com traduções das obras de Nietzsche (Ecce Homo, Gaia Ciência, Genealogia da Moral) e de Freud (Moisés e o Monoteísmo, entre outras); Editora Novo Século (Einstein, uma biografia); Editora Aquariana (As dez mentiras da globalização); Editora Scritta (A crise da democracia parlamentar); e muitas outras, especialmente nas áreas de filosofia, psicologia, política. Email: [email protected]
Possui Mestrado em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão. De 2007 a 2019 foi advogado associado ao escritório Almeida & Associados, Consultoria e Advocacia, com atuação nas áreas de direito público e eleitoral. Desde 2020, atua como assessor jurídico no Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão.