Editora Thoth nas redes sociais:

     

Demofobia: Quem tem Medo da Democracia Direta?

Adquirir E-book

Em Demofobia – Quem tem medo da democracia direta? (Demophobie – Muss man die direkte Demokratie fürchten?), a autora convida à reflexão desse dilema contemporâneo: deve-se confiar no povo para participar na tomada de decisões políticas? A obra explora as vantagens e os riscos da participação popular e desenvolve uma análise profunda sobre os limites e as possibilidades da participação direta dos cidadãos em decisões políticas. O livro provoca o debate sobre o futuro da democracia em sociedades cada vez mais polarizadas. Ele questiona se o medo do povo é justificável ou se, ao contrário, é justamente no povo que está a força transformadora da política.

Categorias: ,
Tags:
Autores: Gertrude Luebbe-Wolff , Inês Antonia Lohbauer , Rômulo Sauáia Marão

Em Demofobia – Quem tem medo da democracia direta? (Demophobie – Muss man die direkte Demokratie fürchten?), a autora convida à reflexão desse dilema contemporâneo: deve-se confiar no povo para participar na tomada de decisões políticas? A obra explora as vantagens e os riscos da participação popular e desenvolve uma análise profunda sobre os limites e as possibilidades da participação direta dos cidadãos em decisões políticas. O livro provoca o debate sobre o futuro da democracia em sociedades cada vez mais polarizadas. Ele questiona se o medo do povo é justificável ou se, ao contrário, é justamente no povo que está a força transformadora da política.

SOBRE A  AUTORA 
TRADUTORA
REVISÃO DA TRADUÇÃO
PREFÁCIO
PREFÁCIO À EDIÇÃO BRASILEIRA
LISTA DE ABREVIATURAS

CAPÍTULO 1
A DEMOCRACIA DIRETA NA ALEMANHA

CAPÍTULO 2
RESERVAS CONTRA AS DECISÕES DA DEMOCRACIA DIRETA
2.1 “Para decisões específicas, o povo é ignorante demais”
2.2 “A democracia direta favorece os demagogos”
2.3 “Sobretudo em questões financeiras, o povo não é confiável”
2.4 “O povo tomará decisões à direita ou, no mínimo, conservadoras – ou à esquerda, em todo caso, não nobres”
2.5 “A democracia direta é antissocial”
2.6 “As decisões no formato sim/não são simplistas demais e avessas a acordos”
2.7 “A democracia direta prejudica as minorias”
2.8 “A democracia direta só é adequada em pequenas comunidades”
2.9 “A democracia direta não se encaixa na democracia representativa”
2.10 “Falta de responsabilidade”

CAPÍTULO 3
ARGUMENTOS NEGLIGENCIADOS FAVORÁVEIS ÀS DECISÕES DA DEMOCRACIA DIRETA
3.1 Solução dos problemas dos pacotes políticos amarrados/fechados
3.2 Democratização da política externa
3.3 Contrapeso à orientação de curto prazo da política democrática representativa
3.4 Disposição à correção de erros

CONCLUSÃO
APÊNDICE COM A TERMINOLOGIA
BIBLIOGRAFIA

ISBN 978-65-5113-666-5
Dimensões 23 x 15.5 x 1
Tipo do Livro Impresso
Páginas 218
Edição 1
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação julho/2026
  1. Gertrude Luebbe-Wolff

    Professora de Direito Público na Universidade de Bielefeld, estudou Direito nas Universidades de Bielefeld e Freiburg e na Harvard Law School (LL.M.). De 1988 a 1992, foi Diretora do Departamento de Meio Ambiente da administração municipal de Bielefeld. Desde 1992, é Professora de Direito Público na Universidade de Bielefeld (aposentada, mas continuamente ativa em pesquisa e docência desde 2018). De 2002 a 2014, atuou como juíza do Tribunal Constitucional Federal da Alemanha (Bundesverfassungsgericht). Foi Presidente do Conselho Alemão de Consultores Ambientais de 2000 a 2002; Diretora Executiva do Centro de Pesquisa Interdisciplinar da Universidade de Bielefeld de 1996 a 2002; Presidente do Conselho Consultivo do Wissenschaftskolleg zu Berlin de 2003 a 2009; membro de conselhos consultivos de diversas outras instituições acadêmicas e da sociedade civil; e integrante da diretoria de várias sociedades acadêmicas e profissionais nacionais. Lübbe-Wolff é membro da Academia de Ciências de Berlim-Brandemburgo, Honorary Bencher da Honourable Society of the Middle Temple e Membro Honorário da Asociación Argentina de Justicia Constitucional. Recebeu o Prêmio Leibniz (concedido pela Fundação Alemã de Pesquisa) em 2000, o Prêmio Hegel em 2012, o Prêmio Immanuel-Kant-Cidadão-do-Mundo da Fundação Kant de Freiburg em 2021 (junto com a juíza Małgorzata Gersdorf, ex-presidente da Suprema Corte da Polônia), e o Prêmio Ernst-Hellmut-Vits da Sociedade da Universidade de Münster em 2024.

  2. Inês Antonia Lohbauer

    Estudo da língua inglesa em Londres (1970/71) e estágios de alemão na Alemanha (1975), além do aprendizado dessas disciplinas no colégio Visconde de Porto Seguro, em São Paulo, capital. Desde 1990, atua como tradutora profissional autônoma para diversas editoras, entre as quais: Editora Martin Claret, com traduções das obras de Nietzsche (Ecce Homo, Gaia Ciência, Genealogia da Moral) e de Freud (Moisés e o Monoteísmo, entre outras); Editora Novo Século (Einstein, uma biografia); Editora Aquariana (As dez mentiras da globalização); Editora Scritta (A crise da democracia parlamentar); e muitas outras, especialmente nas áreas de filosofia, psicologia, política. Email: [email protected]

  3. Rômulo Sauáia Marão[email protected]

    Possui Mestrado em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão. De 2007 a 2019 foi advogado associado ao escritório Almeida & Associados, Consultoria e Advocacia, com atuação nas áreas de direito público e eleitoral. Desde 2020, atua como assessor jurídico no Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão.

Acessar Conta



Esqueceu sua senha?

Esqueceu sua senha?

Digite seu e-mail abaixo para iniciar o processo de recuperação de senha.