A Responsabilização Civil do Agente Financiador do Agronegócio por Dano Ambiental Num cenário em que o agronegócio se firma como um dos maiores pilares da economia brasileira, surge uma questão que desafia juristas, economistas e ambientalistas: até que ponto as instituições financeiras devem responder por danos ambientais causados por projetos que elas próprias financiam? Em outras palavras, quando o crédito impulsiona o campo, quem paga a conta ambiental? Nesta obra, Dário da Cunha Dóro mergulha no ponto de tensão entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental, analisando o papel do agente financiador como possível “poluidor indireto” e investigando, à luz do direito constitucional, ambiental e econômico, quais são os limites e as responsabilidades desse elo estratégico na cadeia produtiva.
A Responsabilização Civil do Agente Financiador do Agronegócio por Dano Ambiental Num cenário em que o agronegócio se firma como um dos maiores pilares da economia brasileira, surge uma questão que desafia juristas, economistas e ambientalistas: até que ponto as instituições financeiras devem responder por danos ambientais causados por projetos que elas próprias financiam? Em outras palavras, quando o crédito impulsiona o campo, quem paga a conta ambiental? Nesta obra, Dário da Cunha Dóro mergulha no ponto de tensão entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental, analisando o papel do agente financiador como possível “poluidor indireto” e investigando, à luz do direito constitucional, ambiental e econômico, quais são os limites e as responsabilidades desse elo estratégico na cadeia produtiva.
SOBRE O AUTOR
AGRADECIMENTOS
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO 1
ANÁLISE PRELIMINAR DA ESTRUTURA JURÍDICA DA ATIVIDADE ECONÔMICA
FUNDAMENTAL AO EXAME DA RESPONSABILIDADE CIVIL
1.1 Do enquadramento e desiderato econômico constitucional das
atividades agronegocial e creditícia
1.2 Da conexão entre o meio ambiente e o dano e sua inserção no
microssistema agrário: dificuldade para efetivação da dimensão
econômica isoladamente
1.3 Princípio do desenvolvimento sustentável como elo entre as
dimensões constitucionais na atividade creditícia
CAPÍTULO 2
RESPONSABILIDADE APLICADA AO DANO AMBIENTAL
2.1 Estruturação teórica da responsabilidade civil
2.2 Gênese legal de responsabilização decorrente do dano
ambiental: aspectos gerais
CAPÍTULO 3
DA RESPONSABILIDADE ADEQUADA ÀS INSTITUIÇÕES CREDITÍCIAS À LUZ DO
PROPÓSITO CONSTITUCIONAL
3.1 Principais instrumentos legais mitigadores do risco ambiental
3.2 Considerações sobre a aplicação da teoria do risco integral ao
agente indireto
3.3 Responsabilidade compartilhada: a máxima efetividade das
garantias fundamentais1
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
| ISBN | 978-65-5113-450-0 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 128 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | abril/2026 |
Você também pode gostar destes produtos:
Acessar Conta
Esqueceu sua senha?
Digite seu e-mail abaixo para iniciar o processo de recuperação de senha.


Mestre em Direito do Agronegócio e Desenvolvimento pela Universidade de Rio Verde (UniRV). MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Direito Público, ambas pela Universidade Anhanguera UNIDERP. Graduado em direito pela UNIRV. Advogado OAB/GO 28.307