A mineração em territórios indígenas está no centro de alguns dos debates mais urgentes da América Latina — envolvendo direitos fundamentais, proteção socioambiental, urgência climática, soberania estatal e modelos de desenvolvimento. Em meio a interesses econômicos crescentes e à intensificação dos conflitos ambientais, compreender esse cenário exige domínio jurídico, sensibilidade intercultural e atenção às dinâmicas políticas que moldam cada região. Nesse contexto, surge uma pergunta essencial: como conciliar a exploração mineral com os direitos fundamentais dos povos originários e a proteção dos ecossistemas mais sensíveis da América Latina? No livro Mineração em Territórios Indígenas na América Latina: direito à consulta e desdobramentos socioambientais, a advogada e pesquisadora premiada Anna Luiza Pinage Barbosa apresenta uma análise precisa e atual sobre os marcos jurídicos que estruturam a mineração em áreas indígenas, comparando de forma minuciosa as experiências do Brasil e da Colômbia. A partir da Convenção 169 da OIT, da jurisprudência constitucional e dos instrumentos de governança socioambiental, a autora revela como o direito pode — ou falha em — proteger povos originários diante dos impactos da exploração mineral.
A mineração em territórios indígenas está no centro de alguns dos debates mais urgentes da América Latina — envolvendo direitos fundamentais, proteção socioambiental, urgência climática, soberania estatal e modelos de desenvolvimento. Em meio a interesses econômicos crescentes e à intensificação dos conflitos ambientais, compreender esse cenário exige domínio jurídico, sensibilidade intercultural e atenção às dinâmicas políticas que moldam cada região. Nesse contexto, surge uma pergunta essencial: como conciliar a exploração mineral com os direitos fundamentais dos povos originários e a proteção dos ecossistemas mais sensíveis da América Latina? No livro Mineração em Territórios Indígenas na América Latina: direito à consulta e desdobramentos socioambientais, a advogada e pesquisadora premiada Anna Luiza Pinage Barbosa apresenta uma análise precisa e atual sobre os marcos jurídicos que estruturam a mineração em áreas indígenas, comparando de forma minuciosa as experiências do Brasil e da Colômbia. A partir da Convenção 169 da OIT, da jurisprudência constitucional e dos instrumentos de governança socioambiental, a autora revela como o direito pode — ou falha em — proteger povos originários diante dos impactos da exploração mineral.
Sobre a Autora
Sobre a Obra
Agradecimentos
Apresentação
Prefácio
Lista de Abreviaturas
Introdução
CAPÍTULO 1
CONTEXTUALIZAÇÕES PRELIMINARES
1.1 Os Povos Originários na América Latina: O Novo Constitucionalismo
Latino-Americano
1.1.1 Brasil: multiculturalismo constitucional
1.1.2 Colômbia: pluralismo constitucional
1.2 A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Consentimento
Prévio Indígena
CAPÍTULO 2
A MINERAÇÃO EM TERRAS INDÍGENAS NO BRASIL: PROCEDIMENTOS E EXEMPLO
2.1 A receptividade constitucional da Convenção nº 169 da OIT e a
Consulta Prévia indígena
2.2 O Direito Minerário Brasileiro e a (in)existência de procedimento em
terras indígenas
2.3 Desdobramentos Socioambientais: o reconhecimento dos Munduruku no
Brasil e a exploração no ouro
CAPÍTULO 3
A MINERAÇÃO EM TERRAS INDÍGENAS NA COLÔMBIA: PROCEDIMENTOS E EXEMPLO
3.1 A consulta prévia na Colômbia: fundamentos, etapas e desafios
3.2 Direito Minerário Colombiano e os procedimentos em territórios indígenas
3.3 Desdobramentos Socioambientais: a exploração mineral em terras
indígenas às margens do rio Cauca na Colômbia
CAPÍTULO 4
DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO: BRASIL E COLÔMBIA NA REGULAÇÃO
MINERÁRIA EM TERRAS INDÍGENAS
4.1 O Novo Constitucionalismo Latino-Americano e a Convenção nº 169 da
OIT no Brasil e na Colômbia
4.2 Direito Minerário Comparado: semelhanças, diferenças e demandas
4.3 Da prática para a teoria: desafios e a necessidade da Regulação da
Mineração em Terras Indígenas no Brasil e na Colômbia
Considerações Finais
Posfácio
Referências
| ISBN | 978-65-5113-656-6 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 183 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | julho/2026 |
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Advogada especialista em Direito Ambiental e Infraestrutura. Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui pós-graduações em Direito Administrativo e Licitações e em Direito Digital e Compliance. Integrante nos grupos como o Observatório da Governança Ambiental na Contemporaneidade (OGAC), Jusdiversidade (PPGSD/UFF) e INCT-InEAC, desenvolve pesquisa nas áreas de Direito Ambiental, Infraestrutura e Governança. É membro do LaClima, da Diretoria de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável da OAB/RJ, da ADIMIN e da ABDEM.