Descubra a face oculta dos contos de fadas nesta obra que busca desconstruir décadas idealizadas de “felizes para sempre” para revelar as estruturas normativas, simbólicas e sociais que sustentam o mundo encantado das princesas. Era uma vez no mundo jurídico: reflexões sobre o Direito a partir dos filmes de princesas propõe uma leitura crítica dos contos clássicos, analisando-os à luz da evolução histórica do direito e suas consequentes transformações no ordenamento jurídico. Na contramão da estética dos contos infantis, a obra desdobra-se em uma investigação histórico-jurídica das narrativas, examinando seus acontecimentos à luz do Direito contemporâneo e aproximando-os da realidade fática. Ao longo das páginas, o leitor é provocado a revisitar narrativas, sendo instigado a refletir sobre como a cultura popular dialoga com o Direito, seja reproduzindo, legitimando ou tensionando normas sociais, estruturas de poder ou discursos jurídicos que moldam a vida na sociedade atual.
Descubra a face oculta dos contos de fadas nesta obra que busca desconstruir décadas idealizadas de “felizes para sempre” para revelar as estruturas normativas, simbólicas e sociais que sustentam o mundo encantado das princesas. Era uma vez no mundo jurídico: reflexões sobre o Direito a partir dos filmes de princesas propõe uma leitura crítica dos contos clássicos, analisando-os à luz da evolução histórica do direito e suas consequentes transformações no ordenamento jurídico. Na contramão da estética dos contos infantis, a obra desdobra-se em uma investigação histórico-jurídica das narrativas, examinando seus acontecimentos à luz do Direito contemporâneo e aproximando-os da realidade fática. Ao longo das páginas, o leitor é provocado a revisitar narrativas, sendo instigado a refletir sobre como a cultura popular dialoga com o Direito, seja reproduzindo, legitimando ou tensionando normas sociais, estruturas de poder ou discursos jurídicos que moldam a vida na sociedade atual.
Sobre as Autoras
Apresentação
CAPÍTULO 1
O poder transformador dos contos de fadas na sociedade
CAPÍTULO 2
Contos de fadas: o passado escondido nas histórias que encantam
gerações
CAPÍTULO 3
ENTRE CONTOS E CONTEXTOS: A INFLUÊNCIA SOCIAL NAS PRINCESAS DISNEY
3.1 A construção das Princesas Disney à luz do contexto social
CAPÍTULO 4
O FEMINISMO E SUAS CONTRIBUIÇÕES
CAPÍTULO 5
DA PASSIVIDADE À AUTONOMIA: A TRANSFORMAÇÃO DAS PRINCESAS NOS
CONTOS DE FADAS
CAPÍTULO 6
ALÉM DO “FELIZES PARA SEMPRE”: UMA ANÁLISE JURÍDICA DOS CONTOS DE
FADAS da DISNEY
6.1 Direito das Famílias
6.1.1 O casamento
6.1.2 Adoção à brasileira
6.1.3 Poder familiar
6.1.4 Alienação Parental
6.1.5 Tipos de famílias
6.1.5.1 Família monoparental
6.1.5.2 Família extensa
6.1.5.3 Família solidária
6.1.5.4 Do exercício da tutela
6.2 Direito Sucessório
6.2.1 Cinderela
6.2.2 Anastasia
6.3 Direito das Mulheres
6.3.1 Importunação Sexual
6.3.2 Cárcere privado
6.3.3 Alistamento das mulheres às forças armadas
CAPÍTULO 7
FAMÍLIAS
7.1 Conceito e formas de famílias nas narrativas da Disney
7.1.1 A aplicação dos Princípios do Direito de Família nas
histórias das princesas da Disney
7.1.2 A ausência da figura materna nas relações familiares das
princesas da Disney
7.2 A relação de filiação conturbada nos contos de fadas
7.3 A representação da guarda e adoção no mundo da Disney
7.3.1 Adoção nos filmes encantados da Disney
7.3.2 Tutela e abandono em territórios inexplorados de Peter Pan
7.3.3 Guarda e legitimidade no filme A Bela e a Fera
7.3.4 Guarda provisória em Frozen
7.4 A união “Felizes Para Sempre”
CAPÍTULO 8
DIREITO DAS SUCESSÕES
8.1 O Papel da Mulher nos Contos da Disney: Um Paralelo entre
Ficção e Realidade Jurídica
8.2 A herança como forma de governo
8.3 Da sucessão em geral
8.4 A proteção da herança legítima: O papel do Estado na Herança
Jacente
8.5 Deserdação: A Afetividade Como Critério na Sucessão
8.6 Partilha
8.7 Administração da herança
CAPÍTULO 9
REPENSANDO O “DIA DE PRINCESA”: AS VIOLÊNCIAS CONTRA AS MULHERES
EM ANIMAÇÕES DA DISNEY
9.1 Introdução
9.2 Uma tipologia das violências contra as mulheres
9.3 A violência sem máscaras: a agressão ao corpo das mulheres
9.4 A violência sutil: socialização de gênero e imposição de
estereótipos femininos
9.5 Considerações finais
CAPÍTULO 10
A NOVA TENDÊNCIA DE HUMANIZAÇÃO DAS VILÃS
Referências
| ISBN | 978-65-5113-505-7 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 206 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | março/2026 |


Graduanda em direito pela Universidade Federal Fluminense. Realizando mobilidade acadêmica na Universidade de Coimbra no período compreendido entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026. Atuação como monitora das disciplinas de Direito Empresarial I e II, Direito do Consumidor e Laboratório de Prática Trabalhista.
Graduada em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Pós-graduanda em Negócios e Marketing Digital para Moda e Beleza pela ESPM.
Bacharela em Direito pela UFF. Técnica em Administração pelo IFMG. Experiência no grupo de pesquisa “Vulnerabilidades no Novo Direito Privado”. Atuação como aluna monitora nas disciplinas de Direito Constitucional II e Laboratório de Trabalho
Doutora em Ciências Jurídicas e Sociais (PPGSD/UFF). Professora Associada da UFF. Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFF). Coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Direito das Mulheres (NUPEDIM).
Graduanda em Direito pela Universidade Federal Fluminense. Pesquisadora do grupo de pesquisa "Vulnerabilidades do Novo Direito Privado". Vencedora do Prêmio Rubén Stiglitz de Estudantes e Novos Graduados concedido pela International Association of Consumer Law (IACL).
Graduanda em Direito pela Universidade Federal Fluminense, com mobilidade internacional à Universidad de Los Andes (Colômbia). Pesquisadora e extensionista do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Direito das Mulheres (NUPEDIM). Atuação como monitora nas disciplinas de Introdução ao Estudo do Direito I e II.
Bacharela em Direito pela Universidade Federal Fluminense. Técnica em Administração, com ênfase em Controladoria Jurídica. Integrante do grupo de pesquisa “Observatório da Pequena Empresa” e do grupo de pesquisa em Propriedade Intelectual.
Mestranda em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Integrante do grupo de pesquisa Vulnerabilidades no Novo Direito Privado, do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Direito das Mulheres (NUPEDIM), do grupo Constituição, Direitos Humanos e Poder Punitivo (CDHPP). Vencedora em 1° lugar do 2° Prêmio Elisa Frota Pessoa na categoria de Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas.
Graduanda em Direito pela Universidade Federal Fluminense. Pesquisadora e extensionista do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Direito das Mulheres (NUPEDIM). Pesquisadora PIBIC/CNPq em Direito ao Cuidado na América Latina. Vencedora do 2° Prêmio Elisa Frota Pessoa na categoria de Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas.
Doutora e Mestra em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especialista em Direito Francês e Europeu dos Contratos pela Université de Savoie-Mont Blanc/UFRGS. Líder do Grupo de Pesquisa CNPq "Vulnerabilidades no Novo Direito Privado". Professora Adjunta no Departamento de Direito do Instituto de Ciências da Sociedade de Macaé da Universidade Federal Fluminense. Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Direitos, Instituições e Negócios da Universidade Federal Fluminense. Mãe do Rafael e do Martim.
Bacharela em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Pós-graduanda no Programa de Residência Jurídica da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. Integrante do grupo de pesquisa Constituição, Direitos Humanos e Poder Punitivo (CDHPP).
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