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O Meio Ambiente e a Função Socioambiental da Empresa - 2ª Edição

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Nosso livro traça o perfil da existência de uma função socioambiental da empresa e o faz tomando como ponto de partida a concepção atual de função social atrelado aos princípios humanistas que devem reger a sociedade. Em contraposição ao individualismo que por décadas impera no seio da sociedade, abre-se uma nova vertente sobre o compromisso social e dos que integram a sociedade para que o crescimento ocorra de forma sustentável em todas as suas vertentes, inclusive ambiental. Nesta percepção de que o meio ambiente carreia a todos nós, inclusive aos meios de produção, um direito-dever insculpido no art. 225 da Carta da República, cabe a cada um defendê-lo enquanto direito transindividual. Ao mesmo tempo, o compromisso ambiental que nos impõe o texto legal não encontra processualmente amplo acesso à justiça senão através de instrumentos reduzidos de defesa coletiva na esfera civil v.g. através da ação civil pública ambiental, a ação popular ambiental e outros poucos instrumentos coletivos. O exercício do direito-dever de socorrer o meio ambiente degradado não se alinha aos instrumentos individuais de exercício da jurisdição.

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Autores: Sandro Marcos Godoy

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Nosso livro traça o perfil da existência de uma função socioambiental da empresa e o faz tomando como ponto de partida a concepção atual de função social atrelado aos princípios humanistas que devem reger a sociedade. Em contraposição ao individualismo que por décadas impera no seio da sociedade, abre-se uma nova vertente sobre o compromisso social e dos que integram a sociedade para que o crescimento ocorra de forma sustentável em todas as suas vertentes, inclusive ambiental. Nesta percepção de que o meio ambiente carreia a todos nós, inclusive aos meios de produção, um direito-dever insculpido no art. 225 da Carta da República, cabe a cada um defendê-lo enquanto direito transindividual. Ao mesmo tempo, o compromisso ambiental que nos impõe o texto legal não encontra processualmente amplo acesso à justiça senão através de instrumentos reduzidos de defesa coletiva na esfera civil v.g. através da ação civil pública ambiental, a ação popular ambiental e outros poucos instrumentos coletivos. O exercício do direito-dever de socorrer o meio ambiente degradado não se alinha aos instrumentos individuais de exercício da jurisdição.

SOBRE O AUTOR

NOTA DO AUTOR À 2ª EDIÇÃO

APRESENTAÇÃO

AGRADECIMENTOS

PREFÁCIO

INTRODUÇÃO


CAPÍTULO 1 – A FUNÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA EMPRESA E DOS MEIOS DE PRODUÇÃO

1.1 Os meios de produção como fomento das necessidades humanas nos primórdios dos tempos

1.2 A função social da propriedade privada

1.3 Os meios de produção como fomento das necessidades humanas atuais

1.4 A urbanização como decorrência do desenvolvimento industrial

1.5 O discurso travestido da sustentabilidade na preservação ambiental

1.6 A função social da empresa e dos meios de produção

1.7 A função social da empresa e sua relação com o meio ambiente

1.8 A sustentabilidade no contexto da função socioambiental da empresa e dos meios de produção


CAPÍTULO 2 – ACESSO À JUSTIÇA E MEIO AMBIENTE

2.1 A dimensão da expressão acesso à justiça

2.2 As causas que dificultam o acesso à justiça

2.3 O acesso à justiça nas ações de interesse transindividual

2.4 A importância da proteção ambiental como forma de existência do ser humano

2.5 A corrente antropocêntrica do direito constitucional ambiental

2.6 Os princípios constitucionais que asseguram o meio ambiente na sua relação com a empresa

 2.6.1 Princípio da responsabilidade ambiental entre gerações

 2.6.2 Princípios da precaução e da prevenção

 2.6.3 Princípio do poluidor pagador

 2.6.4 Princípio da logística reversa

 2.6.5 Princípio da ubiquidade no direito ambiental

2.7 A diferença entre interesse e legitimidade na defesa do meio ambiente


CAPÍTULO 3 – OS INSTRUMENTOS EXTRAJUDICIAIS DE ACESSO À JUSTIÇA NA PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

3.1 A educação ambiental como instrumento de integração social na defesa do meio ambiente

3.2 O compromisso de ajustamento de conduta como forma de prevenir conflitos e proteger o meio ambiente

 3.2.1 Natureza jurídica

 3.2.2 A celebração do compromisso de ajustamento de conduta por todos os legitimados para a propositura da ação civil pública

3.3 Os tributos e a extrafiscalidade como instrumentos de proteção ambiental

3.4 A avaliação ambiental estratégica e sua correlação com o estudo de impacto ambiental e o licenciamento ambiental, integrantes da política de desenvolvimento sustentável

3.5 As formas de autocomposição à luz do código de processo civil


CAPÍTULO 4 – OS INSTRUMENTOS JUDICIAIS DE ACESSO À JUSTIÇA NA PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

4.1 A ação civil pública como forma extrema de proteção ambiental

 4.1.1 A reparação do dano material

 4.1.2 A (im)possibilidade da reparação do dano moral

 4.1.3 A teoria da perda de uma chance como solução para a reparação integral do dano

4.2 A desconsideração da personalidade jurídica para a implementação de políticas ambientais

4.3 A (im)possibilidade da prescrição do dano ambiental

4.4 As astreintes como forma de integração da função socioambiental

4.5 A redução da multa proporcional ao adimplemento

4.6 A criminalização da pessoa jurídica como instrumento de proteção ao meio ambiente


CAPÍTULO 5 – A FUNÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA EMPRESA E A SUA DIFÍCIL IMPLEMENTAÇÃO DIANTE DAS DIFICULDADES ECONÔMICAS

5.1 A gestão mais social e menos capitalista da empresa

5.2 Uma gestão social que permita manter o lucro

5.3 A desmistificação de que a empresa que polui não contribui

5.4 O impasse da geração atual entre desenvolvimento e proteção integral ao meio ambiente

5.5 A pacificação do conflito pela adoção de uma política econômica de sustentabilidade

5.6 A reserva do possível no contexto da sustentabilidade da empresa


CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

POSFÁCIO

ISBN 978-65-5113-276-6
Dimensões 23 x 15.5 x 1
Tipo do Livro Impresso
Páginas 256
Edição 2
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação 31/07/2025
  1. Sandro Marcos Godoy[email protected]

    Pós-doutor em Direito pela Università degli Studi di Messina na Itália, Doutor em Direito - Função Social do Direito pela FADISP - Faculdade Autônoma de Direito, Mestre em Direito - Teoria do Direito e do Estado pela UNIVEM - Centro Universitário Eurípides de Marília, Graduação em Direito pela Instituição Toledo de Ensino de Presidente Prudente, Especialização em Direito Civil e Direito Processual Civil pela Instituição Toledo de Ensino de Presidente Prudente-SP, Especialização em Direito Civil (Direito de Família) pela Instituição Toledo de Ensino de Presidente Prudente-SP. É professor permanente do programa de Mestrado e Doutorado em Direito na UNIMAR - Universidade de Marília onde leciona também na graduação. É professor em diversos cursos da pós-graduação em Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Ambiental e Direito do Trabalho. Professor convidado da ASSESSO - Assessoria e Desenvolvimento de Projetos, INBRAPE - Instituto Brasileiro de Pesquisa Sócio Econômico e do IDCC - Instituto de Direito Constitucional e Cidadania. Advogado. E-mail: [email protected].

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