A presente obra se destaca, em primeiro lugar, como dito, pela coragem na escolha de seu tema. Surgido na reforma da Lei de Arbitragem promovida pela Lei 13.129/2015, marco legislativo de grande relevância para o Sistema Brasileiro de Solução de Conflitos, mas cujos desdobramentos ainda não foram suficientemente explorados pela doutrina. Ao se debruçar sobre essa lacuna, a autora não apenas demonstra aguda percepção das transformações contemporâneas do direito processual e arbitral, como também contribui de maneira original para o amadurecimento do diálogo entre jurisdição estatal e arbitragem.
A presente obra se destaca, em primeiro lugar, como dito, pela coragem na escolha de seu tema. Surgido na reforma da Lei de Arbitragem promovida pela Lei 13.129/2015, marco legislativo de grande relevância para o Sistema Brasileiro de Solução de Conflitos, mas cujos desdobramentos ainda não foram suficientemente explorados pela doutrina. Ao se debruçar sobre essa lacuna, a autora não apenas demonstra aguda percepção das transformações contemporâneas do direito processual e arbitral, como também contribui de maneira original para o amadurecimento do diálogo entre jurisdição estatal e arbitragem.
Sobre a Autora
Agradecimentos
Apresentação
Prefácio
Introdução
CAPÍTULO 1
ARBITRAGEM NA TEORIA GERAL DO PROCESSO
CAPÍTULO 2
REGRA DA CORRELAÇÃO DA DEMANDA E SENTENÇA ARBITRAL CITRA PETITA:
UMA PRIMEIRA APROXIMAÇÃO
2.1 Regra da adstrição da sentença aos pedidos
2.2 Da aplicação da regra da adstrição na arbitragem e potenciais
violações
2.3 Da importância da delimitação do objeto do processo e o regime
de preclusões
CAPÍTULO 3
DIFERENÇA ENTRE SENTENÇA CITRA PETITA E MAL FUNDAMENTADA
3.1 Antes de tudo: considerações acerca da teoria dos capítulos de
sentença
3.2 Omissão como ponto comum: sentença citra petita e mal
fundamentada
3.3 A fundamentação no processo arbitral
CAPÍTULO 4
“COISA JULGADA ARBITRAL” E SENTENÇA CITRA PETITA
4.1 Aspectos gerais da coisa julgada
4.2 Aplicação da coisa julgada em sede de arbitragem
4.3 A não formação da coisa julgada em sentença arbitral citra
petita e suas consequências
CAPÍTULO 5
A SENTENÇA ARBITRAL CITRA PETITA: POTENCIAIS FORMAS DE CORREÇÃO DO
VÍCIO
5.1 Possibilidade de ajuizamento de nova demanda
5.2 Ajuizamento da ação judicial prevista no § 4º do art. 33 da
Lei de Arbitragem
CAPÍTULO 6
ASPECTOS PROCESSUAIS DA AÇÃO JUDICIAL PREVISTA NO § 4º DO ART. 33
DA LEI DE ARBITRAGEM
6.1 Necessidade de esgotamento da jurisdição arbitral para
propositura de demanda para complementação de sentença arbitral
6.2 Análise a respeito de eventual perda de imparcialidade do
julgador no caso de retorno para julgamento perante a jurisdição
arbitral
6.3 Prazo para propositura da demanda de complementação de
sentença arbitral
6.4 Legitimidade ativa e passiva para a ação para complementação
da sentença arbitral
6.5 Análise da experiência internacional
Conclusão
Referências
| ISBN | 978-65-5113-573-6 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 144 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | maio/2026 |
-
Julia Rugno[email protected]Advogada. Mestre em Direito Processual Civil pela Universidade de São Paulo (USP). Graduada pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
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