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Concurso de Credores no Código de Processo Civil: A Disputa entre Preferências e Privilégios na Execução contra o Devedor Solvente (arts. 797, 905, 908 e 909, do CPC) - 3ª Edição

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O processo de execução contra o devedor solvente permite a multiplicidade de penhoras sobre o mesmo bem do executado (art. 797, CPC), o que poderá conduzir a uma disputa entre os credores no momento da satisfação do crédito. Assim, no Poder Judiciário brasileiro é comum encontramos processos de execução onde o exequente penhora o imóvel do executado mas, no momento da realização do leilão, identifica que outros credores em outras execuções penhoraram o mesmo bem. O que fazer? Como postular o recebimento do dinheiro?

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Autores: Thiago Soares Castelliano Lucena de Castro

O processo de execução contra o devedor solvente permite a multiplicidade de penhoras sobre o mesmo bem do executado (art. 797, CPC), o que poderá conduzir a uma disputa entre os credores no momento da satisfação do crédito. Assim, no Poder Judiciário brasileiro é comum encontramos processos de execução onde o exequente penhora o imóvel do executado mas, no momento da realização do leilão, identifica que outros credores em outras execuções penhoraram o mesmo bem. O que fazer? Como postular o recebimento do dinheiro?

SOBRE O AUTOR

PREFÁCIO

INTRODUÇÃO


CAPÍTULO 1

Antecedentes históricos do concurso de credores

1 Primeiros delineamentos históricos

2 As ordenações do Reino

3 O Regulamento n.º 737/1850

4 Códigos Processuais regionais

5 Código de Processo Civil de 1939

6 Código de Processo Civil de 1973


CAPÍTULO 2

Concurso de credores no direito comparado

1 Introdução

2 Direito argentino

3 Direito espanhol

4 Direito italiano

5 Direito português


CAPÍTULO 3

Processo de execução e o surgimento do concurso de credores

1 Processo de execução

1.1 A fase postulatória

1.2 A fase de constrição patrimonial: a penhora

1.2.1 A coexistência de penhoras sobre o mesmo bem

1.2.2 O objeto da penhora

1.2.3 A forma de concretização

1.2.4 Os efeitos da penhora

1.3 A fase de expropriação do patrimônio do executado

1.3.1 A adjudicação

1.3.2 A alienação

1.4 A fase de satisfação e o fenômeno do concurso de credor


CAPÍTULO 4

Introdução ao concurso de credores

1 As primeiras notas sobre o concurso

2 A denominação: singular, individual ou de preferência?

3 O objeto do concurso

3.1 A delimitação do problema

3.2 A opinião da doutrina

3.3 A entrega do dinheiro

3.3.1 O mesmo bem, mas com origens diferentes

3.3.2 A opção legal: dinheiro produto de alienação

3.4 A adjudicação

3.4.1 A adjudicação-arrematação

3.4.2 A adjudicação-remição

4 O direito de preferência

5 O concurso singular e o universal

5.1 As semelhanças e diferenças

5.2 A simultaneidade entre o concurso singular e o universal

5.3 Por um tratamento igualitário, na medida do possível

6 O estado de insolvência do devedor

7 A natureza jurídica

7.1 Incidente processual ou ação incidental?

7.2 O concurso singular seria uma oposição?

7.3 A (má)técnica do pedido de reserva de crédito

8 A não instauração do concurso singular


CAPÍTULO 5

Requisitos do concurso de credores

1 Os pressupostos processuais específicos do concurso

1.1 A pluralidade de credores e/ou exequentes

1.2 A inexistência de falência ou insolvência decretadas

1.3 A prévia penhora sobre o bem


CAPÍTULO 6

Procedimento do concurso de credores

1 A proposta de sistematização do concurso em sete fases

2 As sete fases do concurso singular

2.1 Primeira fase: identificação de outros credores

2.1.1 Os bens sujeitos a registro

2.1.2 O protesto por preferência

2.2 Segunda fase: cientificação dos credores

2.2.1 A cientificação pessoal

2.2.2 A cientificação por edital

2.3 Terceira fase: postulação

2.3.1 O juízo competente

2.3.1.1 A competência funcional

2.3.1.2 A competência no concurso universal

2.3.1.3 A competência no concurso singular

2.3.1.3.1 A disputa pelo dinheiro produto de alienação

2.3.1.3.2 A disputa pelo próprio bem na adjudicação

2.3.1.4 A diversidade de juízos constitucionais

2.3.1.5 A conexão entre mais de um concurso

2.3.1.6 O conflito de competência

2.3.2 A petição inicial e a instauração do concurso

2.3.3 A cognição judicial

2.3.4 A suspensão da execução

2.3.5 A posição do credor postulante

2.3.6 A participação do exequente e do executado

2.3.7 A citação para contestar

2.3.8 As providências preliminares

2.3.9 O julgamento conforme o estado do processo

2.4 Quarta fase: saneamento e organização

2.5 Quinta fase: instrução

2.6 Sexta fase: decisão

2.6.1 Sentença ou decisão interlocutória?

2.6.2 Natureza jurídica e conteúdo

2.6.3 A fixação de honorários advocatícios

2.6.4 A exclusão de outras restrições sobre o bem

2.7 Sétima fase: distribuição e entrega


CAPÍTULO 7

Classificação dos créditos no concurso de credores

1 Considerações iniciais sobre o direito de preferência

2 Os créditos que não participam do concurso

2.1 Os créditos de obrigação propter rem

2.1.1 Taxa de condomínio versus IPTU

2.1.2 Taxa de condomínio versus direitos reais de garantia

2.1.3 Taxa de condomínio versus crédito trabalhista

2.2 As despesas da execução

3 Os créditos privilegiados

3.1 A concorrência de privilégios

4 A classificação dos créditos para o concurso

4.1 O crédito trabalhista e acidente do trabalho

4.2 O crédito tributário

4.3 Os direitos reais de garantia

4.4 Os créditos com privilégio especial

4.5 Os créditos com privilégio geral

4.6 Os créditos quirografários e subquirografários

4.6.1 O critério temporal da penhora

4.6.2 O registro da penhora no cartório imobiliário

4.6.3 A averbação da existência da execução

4.6.4 O arresto executivo e o cautelar

4.6.5 A penhora no ‘rosto dos autos’

4.6.6 A indisponibilidade dos bens


BIBLIOGRAFIA

ANEXO

ISBN 978-65-5113-162-2
Dimensões 23 x 15.5 x 1
Tipo do Livro Impresso
Páginas 180
Edição 1
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação julho/2025
  1. Thiago Soares Castelliano Lucena de Castro[email protected]
    Juiz de Direito no Tribunal de Justiça de Goiás. Doutorando em Direito pelo IDP - Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (Brasília). Mestre em Direito do Agronegócio e Desenvolvimento na Universidade de Rio Verde - UniRV. Especialista em Direito Público pela Universidade Cândido Mendes (Rio de Janeiro - 2007). Curso de extensão em "U.S. Legal System" pela Fordham University (Nova Iorque - 2020). Vice-coordenador do Grupo de Estudos sobre Direito do Agronegócio da Escola Judicial do Tribunal de Justiça de Goiás - EJUG. Ex-diretor da ESMEG - Escola da Magistratura do Estado de Goiás.

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