Como bem descreve no título “Divertidas Crônicas de Magistrado”, a obra já nos faz rir ao ver o autor no meio de livros gigantes, como se ali estivesse uma biblioteca além do arco-íris. Desde o menino de 10 anos, admirando o pai, até o juiz com casos e casos, faz o leitor ler do começo ao fim, sem parar, como se numa sala estivesse a apontar a mão e pedir silêncio aos colegas e familiares. E de riso em riso, de degrau em degrau da vida deste ilustre Juiz e Desembargador, comparamos suas histórias com a vida de todos. Pais e filhos a se gostar, colegas de trabalho a dar um respiro no dia e deixar tudo mais leve. Ainda mais, o autor vai até a verdadeira História e comenta diversos temas do Brasil e outros países limítrofes, a destacar a figura que ele conheceu e, por acaso eu também, do bom amigo General Lino Oviedo. Só estas linhas já dariam um belo livro. Imagina o autor, tudo embalado com a comédia do cotidiano passada em algumas salas de audiências, ou no gabinete do Poder Judiciário. Em seu prefácio, com humildade, o escritor Fagundes Cunha, quem ocupa uma cadeira patronímica em nossa Academia de Letras José de Alencar, descreve como se tudo fosse fantasia, mas deixa o leitor à vontade. Se quiser, poderá transformar tudo numa grande verdade.
Como bem descreve no título “Divertidas Crônicas de Magistrado”, a obra já nos faz rir ao ver o autor no meio de livros gigantes, como se ali estivesse uma biblioteca além do arco-íris. Desde o menino de 10 anos, admirando o pai, até o juiz com casos e casos, faz o leitor ler do começo ao fim, sem parar, como se numa sala estivesse a apontar a mão e pedir silêncio aos colegas e familiares. E de riso em riso, de degrau em degrau da vida deste ilustre Juiz e Desembargador, comparamos suas histórias com a vida de todos. Pais e filhos a se gostar, colegas de trabalho a dar um respiro no dia e deixar tudo mais leve. Ainda mais, o autor vai até a verdadeira História e comenta diversos temas do Brasil e outros países limítrofes, a destacar a figura que ele conheceu e, por acaso eu também, do bom amigo General Lino Oviedo. Só estas linhas já dariam um belo livro. Imagina o autor, tudo embalado com a comédia do cotidiano passada em algumas salas de audiências, ou no gabinete do Poder Judiciário. Em seu prefácio, com humildade, o escritor Fagundes Cunha, quem ocupa uma cadeira patronímica em nossa Academia de Letras José de Alencar, descreve como se tudo fosse fantasia, mas deixa o leitor à vontade. Se quiser, poderá transformar tudo numa grande verdade.
SOBRE O AUTOR
AGRADECIMENTOS
NOTA DO AUTOR
APRESENTAÇÃO
PREFÁCIO
CAPÍTULO 1
Pleito Municipal: a inesquecível primeira campanha
CAPÍTULO 2
As Primeiras Histórias de um Juiz Substituto
CAPÍTULO 3
Uma Pequena Odisseia em torno de Palmital
CAPÍTULO 4
Tutu que não era de feijão!
CAPÍTULO 5
O Guarda Costas Espontâneo
CAPÍTULO 6
A Paca que comia Pinhão
CAPÍTULO 7
Segredos: As Beatas e as Relações de Família
CAPÍTULO 8
Falência, Confisco do Gado e Ameaça no Fórum
CAPÍTULO 9
De mestrando à Admiração e Amizade Eternas
CAPÍTULO 10
O Retorno: Raspão no Processo Seletivo
CAPÍTULO 11
A Testemunha Chave no Caso do Atentado ao Vice-Presidente do Paraguai
CAPÍTULO 12
30 Anos de Colunismo Social de Rubens Tuma Júnior
CAPÍTULO 13
A Benção Episcopal no Natal
| ISBN | 978-65-5113-298-8 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 142 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | agosto/2025 |
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José Sebastião Fagundes CunhaBacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Sul de Minas (1980), Mestre pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1996), Doutor pela Universidade Federal do Paraná (2001) e Pós Ph.D pela Universidade de Coimbra - CES, Orientador Boaventura de Sousa Santos, projeto: Acesso à Justiça: novas tecnologias e atendimento aos princípios constitucionais processuais. Prof. Titular da Faculdade de Direito do CESCAGE, do qual fundador e autor do projeto filosófico-didático-pedagógico com Conceito A da SESu do MEC, da OAB Conselho Federal e Conselho Estadual, autor do projeto filosófico-didático-pedagógico da Faculdade de Direito de Porto Alegre, ex-Coordenador Geral Pedagógico do CESCAGE. Autor dos projetos da Escola Judicial do Mercosul e da Escola Judicial da América Latina, das quais um dos fundadores. Diretor Geral da Escola Judicial da América Latina e ex-Diretor Pedagógico da Escola Judicial do Mercosul.
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