Vivemos em uma era em que a tecnologia promete acesso, agilidade e autonomia — mas para muitas pessoas idosas ela ainda representa exclusão. Ter serviços digitais disponíveis não significa, necessariamente, conseguir utilizá-los. É como ter um carro sem jamais ter aprendido a dirigir. Diante do “segundo dilúvio”, descrito por Pierre Lévy, agora informacional, esta obra lança um olhar crítico sobre a exclusão digital da pessoa idosa, evidenciando a precariedade do atendimento no INSS, o etarismo e as desigualdades sociais que aprofundam a vulnerabilidade. Ao defender o letramento digital como caminho indispensável, o livro propõe transformar a tecnologia em instrumento de inclusão, cidadania e dignidade.
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Autores: Juliana de Almeida Salvador Fiorilo
Vivemos em uma era em que a tecnologia promete acesso, agilidade e autonomia — mas para muitas pessoas idosas ela ainda representa exclusão. Ter serviços digitais disponíveis não significa, necessariamente, conseguir utilizá-los. É como ter um carro sem jamais ter aprendido a dirigir. Diante do “segundo dilúvio”, descrito por Pierre Lévy, agora informacional, esta obra lança um olhar crítico sobre a exclusão digital da pessoa idosa, evidenciando a precariedade do atendimento no INSS, o etarismo e as desigualdades sociais que aprofundam a vulnerabilidade. Ao defender o letramento digital como caminho indispensável, o livro propõe transformar a tecnologia em instrumento de inclusão, cidadania e dignidade.
SOBRE A AUTORA
AGRADECIMENTOS
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO 1
REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA, PANDEMIA E DESIGUALDADE SOCIAL NO BRASIL
1.1 A era tecnológica na pós-modernidade e a sua incorporação na prestação de serviços públicos no Brasil
1.2 Pandemia e revolução tecnológica
1.3 A multidimensionalidade da desigualdade social no acesso às TICs no Brasil
CAPÍTULO 2
A SEGURIDADE SOCIAL NO BRASIL E SISTEMAS REMOTOS INFORMATIZADOS COMO REGRA NO ATENDIMENTO AO PÚBLICO DO INSS
2.1 A importância da seguridade social no Brasil na prestação de serviços públicos previdenciários e assistenciais
2.2 A prestação de atendimento aos serviços da seguridade a partir da redemocratização do acesso aos benefícios e serviços
2.3 A pandemia e a imposição de atendimento digital pelo INSS
2.4 Implicações do “MEU INSS” como principal meio de atendimento aos segurados e beneficiários do INSS
CAPÍTULO 3
USO DE TECNOLOGIAS PELO INSS E EXCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA IDOSA
3.1 Etarismo, vulnerabilidade e garantia de um salário-mínimo para a proteção social da pessoa idosa
3.2 O princípio da diferença como alternativa para amenizar desvantagens sofridas pela pessoa idosa
3.3 Inclusão social previdenciária e assistencial da pessoa idosa por meio do letramento digital
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
| ISBN | 978-65-5113-648-1 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 150 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | junho/2026 |
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Juliana de Almeida Salvador Fiorilo[email protected]Doutoranda e mestra em Ciência Jurídica na linha de pesquisa Direitos e Vulnerabilidades, na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Especialista em Direito Previdenciário. Bolsista pela CAPES. Membra da Comissão Especial de Direito Previdenciário da OAB São Paulo. Membra da Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa da Subseção de Ourinhos/SP. Pesquisadora dos Grupos de Pesquisa em GP Direitos: Estado e Bioética, GP Direito, democracia e novas tecnologias e GP de Direito Previdenciário- GEDTRAB/USP- Advogada. Ourinhos, São Paulo, Brasil.
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