O convite para essa tarefa afetiva e singular de fazer a apresentação da obra deu-me o privilégio de poder, a um só tempo, ler o todo, mas também ir passeando por textos potentes e profundos, que poderiam ser denominados, por si só, de “obra”. O fato é que a junção de todos eles em um mesmo caderno dará a quem se lançar a leitura a possibilidade de conhecer mulheres que, não apenas refletem sobre um novo modo de vida e de se estar no sistema de justiça, mas, especialmente, de transformar a justiça, alinhada com a personagem Antígona, rompendo com estruturas de poder cristalizadas, sectárias e excludentes. Aqui está a segunda obra do Coletivo Antígona, que reúne a escrita de mulheres que compõem o sistema de justiça e a academia. A vocação do Coletivo e sua proposta acolhedora, plural e horizontal faz com que aqui estejam mulheres para além das Magistradas do Tribunal de Justiça do Paraná, compondo uma constelação de olhares, de sentires, de viveres e de escritas singulares.
O convite para essa tarefa afetiva e singular de fazer a apresentação da obra deu-me o privilégio de poder, a um só tempo, ler o todo, mas também ir passeando por textos potentes e profundos, que poderiam ser denominados, por si só, de “obra”. O fato é que a junção de todos eles em um mesmo caderno dará a quem se lançar a leitura a possibilidade de conhecer mulheres que, não apenas refletem sobre um novo modo de vida e de se estar no sistema de justiça, mas, especialmente, de transformar a justiça, alinhada com a personagem Antígona, rompendo com estruturas de poder cristalizadas, sectárias e excludentes. Aqui está a segunda obra do Coletivo Antígona, que reúne a escrita de mulheres que compõem o sistema de justiça e a academia. A vocação do Coletivo e sua proposta acolhedora, plural e horizontal faz com que aqui estejam mulheres para além das Magistradas do Tribunal de Justiça do Paraná, compondo uma constelação de olhares, de sentires, de viveres e de escritas singulares.
Coordenadoras
Sobre as Autoras
Apresentação
Prefácio
MULHERES, INSTITUIÇÕES E JUSTIÇA
CAPÍTULO 1
Cristiane Garcia
Luciene Oliveira Vizzotto Zanetti
AS MULHERES TOKENS E AS ORGANIZAÇÕES GENDERIZADAS
Introdução
1 A distinção de gênero nas organizações de trabalho: causas e justificativas
2 O fenômeno do teto de vidro
3 A teoria do labirinto da liderança
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 2
Apoema Carmem F. V. D. M. Santos
BARREIRAS ESTRUTURAIS E DESIGUALDADES SOCIAIS NO BRASIL: uma análise interseccional a partir dos indicadores do IBGE
Introdução
1 Estrutura social e interseccionalidade na produção das desigualdades de gênero e raça
2 Políticas afirmativas como estratégia de redução das desigualdades sociais
3 Indicadores sociais do IBGE e materialização das desigualdades de gênero e raça
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 3
Jurema Carolina Da Silveira Gomes
Kelly Gaspar Duarte Neves
Heloísa Da Silva Krol Milak
MAGISTRATURA BRASILEIRA, AS SUAS DECISÕES SÃO SUAS?
Introdução
1 Pare e pense: funcionamento dos sistemas mentais
2 Mente cheia de graça: as ciladas na tomada de decisão
3 Consciência para decidir: achados da pesquisa de campo
4 A armadilha dos “juízes famintos” e a prevenção ao viés
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 4
Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo
Júlia Santini Meneghin
MULHERES, SERVIÇO PÚBLICO E CONSTITUCIONALISMO FEMINISTA: UMA LEITURA INTERGERACIONAL DAS DESIGUALDADES DE PODER
Introdução
1 Da exclusão da esfera pública à democratização do acesso
2 Da igualdade formal à igualdade de poder: a contribuição do constitucionalismo feminista
3 O teto de vidro e os padrões de poder
4 A desigualdade do tempo: cuidado, maternidade e carreira
5 Mérito e condições de oportunidade
6 Duas gerações entre conquistas e permanências
7 Representatividade, diversidade e transformação institucional
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 5
Fernanda Monteiro Sanches
Vivian Faria De Andrade
MULHERES NO PODER: A AUTORIDADE TEM GÊNERO?
Referências
CAPÍTULO 6
Anacléa Valéria De Oliveira Schwanke
Maria De Lourdes Araújo
Sabrina Felipe Arcoverde
A SOMBRA DO AMOR É A DOMINAÇÃO: O RESGATE DO FEMININO COMO CAMINHO DE CURA DA HUMANIDADE
Introdução
1 A sombra: patriarcado e dominação
2 O feminino reprimido
3 Polaridades, anima e animus
4 O encontro dos opostos
5 O resgate da Deusa
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 7
Adrianna Correa Dos Santos Artin
Aneíza Vanêssa Costa Do Nascimento
A IMPORTÂNCIA DA PRESENÇA FEMININA NOS ESPAÇOS DE JUSTIÇA: QUANDO UMA MULHER FAZ DIFERENÇA SEM DIZER UMA PALAVRA
1 O silêncio também comunica
2 A mulher diante do sistema de justiça: pertencimento como dimensão do acesso à Justiça
3 O significado simbólico da representatividade feminina nos
espaços de poder
4 A experiência feminina no encontro com a Justiça
5 Quando a representatividade produz confiança institucional
Considerações Finais: A presença que transforma sem prometer
Referências
FACETAS DA VIOLÊNCIAS DE GÊNERO
CAPÍTULO 8
Stephanie Assis Pinto De Oliveira
Giovanna Antonialice Pontes
Gabriela Maria Medeiros de Oliveira
A CONSTRUÇÃO SOCIAL DA IDENTIDADE FEMININA DESDE A INFÂNCIA E SUA RELAÇÃO COM A NATURALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
Introdução
1 A construção social da identidade feminina na infância
1.1 Gênero como construção histórica e social
1.2 A produção social dos papéis de gênero
1.3 Performatividade e repetição dos papéis femininos
1.4 A família, a escola e a religião como instituições de socialização de gênero
1.5 A família como primeiro espaço de aprendizagem dos papéis de gênero
1.6 A escola como espaço de reprodução ou transformação social
1.7 Religião, moralidade e construção histórica da feminilidade
1.8 A mídia, a indústria cultural e a construção da identidade feminina
2 Patriarcado, violência simbólica, violência estrutural e a naturalização da violência de gênero
2.1 O patriarcado como sistema de organização social
2.2 A violência simbólica e a violência estrutural
2.3 A naturalização da submissão feminina
2.4 A violência doméstica como fenômeno socialmente construído
3 Análise jurídica, dados empíricos e políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero
3.1 A constituição federal de 1988 e a proteção da dignidade da mulher
3.2 Direitos humanos e a proteção internacional das mulheres
3.3 Lei Maria da Penha e a ampliação da proteção
3.4 Lei do Feminicídio e violência letal
4 Dados recentes sobre a violência no Brasil
5 Políticas públicas e educação
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 9
Stephanie Assis Pinto De Oliveira
A VERGONHA QUE SUSTENTA A VIOLÊNCIA
Introdução
1 A vergonha
2 A violência doméstica
3 A relação entre violência e vergonha
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 10
Erika Fiori Bonatto Muller
DEPOIMENTO ESPECIAL À MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA: A EXTENSÃO DA LEI 13.431/2017 AO MICROSSISTEMA DE PROTEÇÃO DAS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA
SEXUAL
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 11
Camila Salmoria
Mirella Cezar Freitas
DA CAÇA ÀS BRUXAS À MACHOSFERA: VIOLÊNCIA DIGITAL DE GÊNERO E DESAFIOS REGULATÓRIOS
Introdução
1 Patriarcado, acumulação primitiva e controle dos corpos
2 Misoginia, backlash patriarcal e migração digital da violência de gênero
3 A machosfera como infraestrutura de violência digital e backlash patriarcal
4 Da fogueira ao algoritmo: misoginia digital e responsabilidade das plataformas
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 12
Andrea Carla De Moraes Pereira Lago
Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo
ENTRE A EXPOSIÇÃO, A PERSEGUIÇÃO E O SILÊNCIO: REFLEXÕES SOBRE VIOLÊNCIA DE GÊNERO, TRABALHO E
RESTAURAÇÃO
Introdução
1 Quando a violência não tem um só nome
2 A imagem exposta e a violência digital
3 Stalking: quando o término não encerra o controle
4 O trabalho como território de ameaça
5 As dificuldades da mediação em contextos de assimetria
6 Justiça restaurativa: possibilidade, não imposição
7 O que aquela jovem ensinou
Considerações Finais: restaurar não é apagar a violência
Referências
CAPÍTULO 13
Claudia Catafesta
ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA PATRIMONIAL CONTRA A MULHER NOS CARTÓRIOS EXTRAJUDICIAIS: REFLEXÕES A PARTIR DO PROVIMENTO CNJ 222/2026 DA CORREGEDORIA NACIONAL DE JUSTIÇA
Introdução
1 A atuação dos cartórios extrajudiciais como portas de entrada na rede de proteção
2 O dever de cuidado do/a delegatário/a: principais inovações trazidas pelo Provimento CNJ 222/2026
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 14
Aneíza Vanêssa Costa Do Nascimento
Bruna Greggio
Cintia Graeff
LINGUAGEM ACESSÍVEL E LEGAL DESIGN NO JUDICIÁRIO: INOVAÇÃO NAS COMUNICAÇÕES PROCESSUAIS EM CASOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Introdução
1 Linguagem, poder e direitos humanos no sistema de justiça
1.1 A linguagem jurídica como instrumento de poder
1.2 Direito à compreensão como dimensão do acesso à justiça
1.3 Perspectiva de gênero
2 Inovação institucional, linguagem simples e legal design no Judiciário
2.1 A política de inovação do Judiciário brasileiro
2.2 Linguagem acessível como política pública judicial
2.3 Legal design (design jurídico)
2.4 Mandados de intimação acessíveis e comunicação judicial centrada na pessoa destinatária
Considerações Finais
Referências
OLHARES SOBRE DIREITOS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO 15
Ana Paula Barbosa Araújo Nunes
Michela Vechi Saviato
QUANDO A MULHER FALA E O DIREITO RECUSA A ESCUTA: INJUSTIÇA EPISTÊMICA E ACESSO À JUSTIÇA EM
PERSPECTIVA FEMINISTA
Introdução
1 O silêncio e a injustiça epistêmica como produção institucional
2 Androcentrismo jurídico e a manutenção da subordinação e da invisibilidade
3 A linguagem jurídica como fronteira de pertencimento
4 A escuta qualificada como dever institucional
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 16
Maria De Lourdes Araújo
DA INVISIBILIDADE À JUSTIÇA: DIGNIDADE MENSTRUAL, INTERSECCIONALIDADES, VIOLÊNCIA DE GÊNERO E O PAPEL DA MAGISTRATURA NA PROMOÇÃO DOS DIREITOS
HUMANOS
Introdução: dignidade menstrual e o objeto da pesquisa
1 A menstruação como experiência biológica e fato social
2 Dignidade menstrual como categoria de direitos humanos: aspectos conceituais e interseccionais
3 Quando menstruar produz desigualdades: a indignidade menstrual como violência de gênero
4 Magistratura, direitos humanos e dignidade menstrual: fundamentos para uma atuação institucional comprometida com a equidade
de gênero
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 17
Elisiane Minasse
Jeniffer Tamagne Cortez Gaissler
Nayane Tamye Takahashi
ASPECTOS JURÍDICOS E DESAFIOS DA IDENTIFICAÇÃO FENOTÍPICA DA PESSOA PARDA NA CONFIRMAÇÃO DA AUTODECLARAÇÃO PELA COMISSÃO DE HETEROIDENTIFICAÇÃO
Introdução
1 A complexidade da classificação étnico-racial e o critério fenotípico
2 A judicialização da heteroidentificação e os limites do controle judicial
3 A discricionariedade administrativa e a inadequação da reanálise judicial do fenótipo
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 18
Mayra Zavattaro
O IMPACTO DO ENTREVISTADOR FORENSE NO CONTEÚDO DO DEPOIMENTO DA CRIANÇA E A IMPORTÂNCIA DA GRAVAÇÃO DA ENTREVISTA
Introdução
1 As crianças como testemunhas e vítimas no processo judicial
2 A sugestionabilidade da memória da criança
3 A importância da conduta do entrevistador
4 A gravação audiovisual da entrevista forense com crianças
5 A gravação como proteção da integridade psíquica da criança
6 O aperfeiçoamento do entrevistador
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 19
Anacléa Valéria De Oliveira Schwanke
Camila Trindade Da Fonseca
Rayani Segantini De Araújo
OS GRUPOS REFLEXIVOS COMO MÉTODO DE ENFRENTAMENTO AO PATRIARCADO: UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DO PROJETO PERSPECTIVA NA COMARCA DE PARANAVAÍ
Introdução
1 Violência doméstica, patriarcado e machismo estrutural
2 Grupos reflexivos e responsabilização dos autores de violência
3 O projeto Perspectiva na Comarca de Paranavaí
4 O perfil dos participantes atendidos pelo Projeto Perspectiva
5 Avaliação dos resultados e percepção dos participantes
6 Grupos reflexivos e a prevenção da reincidência
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 20
Heloísa Da Silva Krol Milak
CONSTITUCIONALISMO TRANSFORMADOR: APONTAMENTOS SOBRE A ADPF N. 976 E A REALIDADE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA BRASILEIRA
Introdução
1 Constitucionalismo transformador: limites e possibilidades
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 21
Rafaela Mattioli Somma Leonardi
A LITIGÂNCIA PREDATÓRIA E O DESVIRTUAMENTO DA GARANTIA CONSTITUCIONAL DO ACESSO À JUSTIÇA
Introdução
1 Do acesso à justiça ao acesso efetivo à justiça
2 A litigância predatória enquanto abuso da garantia do acesso à justiça
3 A litigância habitual a partir da tipologia das partes de Marc Galanter
4 A litigância predatória, a instauração de lides temerárias e de demandas frívolas
5 O tratamento da litigância predatória pelo Poder Judiciário
6 Possíveis mecanismos de combate ao abuso do direito de acesso à justiça
6.1 Incremento dos custos do processo
6.2 Adoção de visão panprocessual: tutela coletiva dos interesses e gestão processual
6.3 A tutela coletiva (e a coletivização) dos interesses
6.4 Medidas de gestão processual
Considerações Finais
Referências
Em memória de Mariana Francisco Ferreira
MATERNIDADES, FAMÍLIA E MEMÓRIA
CAPÍTULO 22
Liliane Graciele Breitwisser Monteiro
Patrícia Reinert Lang
ANTÍGONA, MARIANA E A DIGNIDADE DAS MULHERES QUE ESCOLHEM SER MÃES
Referências
CAPÍTULO 23
Adriana Beninni
DIREITO CONSTITUCIONAL REPRODUTIVO DAS MULHERES, SAÚDE SUPLEMENTAR E PERSPECTIVA DE GÊNERO: REPRODUÇÃO ASSISTIDA ENTRE OMISSÃO REGULATÓRIA, JUDICIALIZAÇÃO E DIGNIDADE DAS MAGISTRADAS
Introdução
1 Metodologia
2 Direito constitucional reprodutivo das mulheres
3 Saúde suplementar, rol da ANS e reprodução assistida
4 O acórdão analisado e a insuficiência da perspectiva de gênero
5 Operadoras de saúde, mercado de capitais e função social da atividade econômica
6 Magistradas, maternidade tardia e vulnerabilidade reprodutiva
7 Agenda 2030 da ONU e o enquadramento dos direitos reprodutivos
8 O dever regulatório da ANS e a necessidade de revisão do rol
9 Parâmetros para uma decisão judicial com perspectiva de gênero em reprodução assistida
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 24
Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo
A MATERNIDADE SOB AUDITORIA: A AÇÃO DE EXIGIR CONTAS E OS LIMITES DA FISCALIZAÇÃO DA MULHER GUARDIÃ
Introdução
1 Metodologia
2 A finalidade jurídica da ação de exigir contas e a proteção integral da criança e do adolescente
3 O trabalho invisível do cuidado e a feminização da responsabilidade parental
4 A maternidade sob auditoria: entre a fiscalização legítima e o controle da mulher guardiã
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 25
Gabriela Luciano Borri Aranda
ESCREVER A DOR, HABITAR O COTIDIANO: UM RETRATO SOCIOLÓGICO PARCIAL NA MATERNIDADE ATÍPICA
Introdução
1 Desenvolvimento
2 Retrato sociológico e rupturas biográficas
3 Escrever a dor
4 Marina
5 Diagnóstico tardio
6 Abandonos
7 Resistências
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 26
Cristiane Santos Leite
Marianne Leite Porfirio
A INVISIBILIDADE DAS MÃES DE PESSOAS DESAPARECIDAS
Introdução
1 Aspectos jurídicos e instrumentos legais de busca
2 Impactos familiares e psicológicos do desaparecimento
Considerações Finais
Referências
CAPÍTULO 27
Luciana Luchtenberg Torres Dagostim
A HERANÇA E O ESPELHO: O RACISMO QUE NÃO SE ANUNCIA E A MISSÃO QUE PERMANECE
Referências
CAPÍTULO 28
Cintia Graeff
HERANÇAS INVISÍVEIS: SOBRE AQUILO QUE PERMANECE
| ISBN | 978-65-5113-809-6 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 2 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 523 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | novembro/2026 |
-
Juíza de Direito da Vara de Adolescentes em Conflito com a Lei de Londrina/PR, Mestra em Direito e Poder Judiciário pela ENFAM – Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, Formadora e Tutora pela ENFAM, Coordenadora da Célula de Socioeducação do CONSIJ – Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e Juventude do Paraná, Vice-Presidente do FOEJI – Fórum Estadual de Juízes e Juízas da Infância e Juventude do Paraná, integrante do FONINJ – Fórum Nacional da Infância e Juventude do CNJ, idealizadora do Projeto Falando sobre Socioeducação e do Projeto Corre em Família, premiado pelo CNJ. Palestrante em Justiça Restaurativa e Socioeducação. Email: ccatafesta@ hotmail.com. Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/2182262134308545.Juíza de Direito Substituta em Ponta Grossa. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Especialista em Direito pela Escola da Magistratura do Paraná. Mestre em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Bolsista da CAPES (Mestrado) e do CNPQ(Doutorado). Doutoranda em Ciências Sociais na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Foi Vice-Diretora da Escola da Magistratura – Núcleo Ponta Grossa (2022 a 2024).Juíza de Direito, Mestra em Estudos sobre as Mulheres, Gênero, Cidadania e Desenvolvimento pela Universidade Aberta de Portugal, Especialista em Direitos Humanos e Questão Social pela Pontifica Universidade Católica do Paraná, (PUCPR). Membra da Comissão de Igualdade e Gênero do Tribunal de Justiça do Paraná, Representante suplente do Tribunal de Justiça do Paraná no Grupo de Trabalho Interinstitucional de Gênero do Estado do Paraná, Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Gênero, Direitos Humanos e Acesso a Justiça (GEPDI 11) da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM), Pesquisadora do Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Coordenadora eleita do grupo de Magistradas estaduais do Tribunal de Justiça do Paraná - Antígona - TJPR somos todas nós (2022 – 20224), membra do coletivo Todas da lei e Coalizão Nacional de Mulheres
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