Esta obra analisa a ausência de prazo máximo para a duração da prisão preventiva no Brasil, com base em uma pesquisa empírica inédita realizada em processos criminais sentenciados em Varas Criminais do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Ao examinar a aplicação – ou a falta – da revisão nonagesimal prevista no artigo 316, parágrafo único, do Código de Processo Penal, o livro revela as consequências práticas da interpretação flexibilizante dos tribunais superiores acerca da exigência dessa reavaliação, que esvaziou o sentido garantidor da norma, contribuindo para a normalização do encarceramento cautelar por tempo indeterminado.
Esta obra analisa a ausência de prazo máximo para a duração da prisão preventiva no Brasil, com base em uma pesquisa empírica inédita realizada em processos criminais sentenciados em Varas Criminais do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Ao examinar a aplicação – ou a falta – da revisão nonagesimal prevista no artigo 316, parágrafo único, do Código de Processo Penal, o livro revela as consequências práticas da interpretação flexibilizante dos tribunais superiores acerca da exigência dessa reavaliação, que esvaziou o sentido garantidor da norma, contribuindo para a normalização do encarceramento cautelar por tempo indeterminado.
sobre o autor
APRESENTAÇÃO
PREFÁCIO
Lista de abreviaturas e siglas
introdução
CAPÍTULO 1
A PRISÃO PREVENTIVA NO BRASIL
1.1 Prisão preventiva e cautelaridade no processo penal
1.2 Breve histórico da prisão preventiva: do Código de Processo Penal de 1941 aos dias atuais
1.3 Pressupostos, fundamentos e hipóteses de cabimento para decretação da prisão preventiva
1.3.1 Garantia da ordem pública
1.3.2 Garantia da ordem econômica
1.3.3 Conveniência da instrução criminal
1.3.4 Assegurar a aplicação da lei penal
1.4 Princípios reitores e características da prisão preventiva
1.5 Dados sobre a prisão preventiva no Brasil
CAPÍTULO 2
A NECESSIDADE DA RAZOÁVEL DURAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA
2.1 Breve histórico do direito à razoável duração do processo no direito internacional
2.2 Breve histórico do direito à razoável duração do processo no direito brasileiro
2.2.1 Interpretação jurisprudencial e uso frequente da “razoabilidade”
2.2.2 Reformas legislativas que buscaram consagrar o direito à razoável duração da prisão provisória e do processo penal no Brasil
2.2.3 Resoluções que buscaram consagrar o direito à razoável duração da prisão provisória e do processo penal no Brasil
2.2.4 Projetos de lei que buscaram consagrar o direito à razoável duração da prisão provisória e do processo penal no Brasil
2.3 O dever de reavaliação da prisão preventiva trazido pela Lei nº 13.964/2019
2.3.1 Interpretação jurisprudencial do parágrafo único do art. 316 do CPP
CAPÍTULO 3
A PESQUISA EMPÍRICA REALIZADA NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO
3.1 Notas metodológicas
3.2 Exposição dos dados
3.2.1 Dados referentes ao processo
3.2.2 Dados referentes ao acusado
3.2.3 Dados referentes à prisão preventiva
conclusões
referências
apêndices
| ISBN | 978-65-5113-281-0 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 250 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | 08/08/2025 |
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Felipe Gustavo Ramos de Oliveira Filho[email protected]Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (2025). Pós-graduado em Ciências Criminais pela Faculdade CERS (2023). Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (2022). Fundador da Liga Acadêmica de Ciências Criminais da Universidade Federal de Pernambuco (2021). Assessor no Ministério Público Federal.
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